terça-feira, 1 de outubro de 2013

Período de inscrições para 420 vagas no IBGE abre nesta terça

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abre, nesta terça-feira (1/10), o período de inscrições para dois concursos públicos. O primeiro oferta 300 vagas para os cargos de técnico em informações geográficas e estatísticas e o segundo de 120 chances para analista e tecnologista, sendo 60 para cada cargo. A remuneração varia de R$ 2.813,10 a R$ 8.531,24. Organizada pela Fundação Cesgranrio, a seleção foi autorizada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e gestão (MP) em abril deste ano.

As vagas para técnico são para cidades interioranas dos estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins. Para concorrer é preciso ter nível médio. O salário vai de R$ 2.813,10 a R$ 4.210,49, mais R$ 373 de auxílio-alimentação e R$ 167,70 de assistência à saúde para jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Haverá prova objetiva, no dia 1º de dezembro, com questões de língua portuguesa, raciocínio lógico, geografia, conhecimentos específicos e gerais e noções de informática.

Já no segundo as chances são para analista e tecnologista. Podem concorrer graduados nas áreas de auditoria, ciências contábeis, cartografia, geoprocessamento, geografia, estatística, biblioteconomia, edição de vídeo, entre outras. Para esses, a remuneração varia de R$ 6.355,60 a R$ 7.930,24, podendo chegar a R$ 8.531,24 de acordo com a titulação, mais R$ 373 de auxílio-alimentação e R$ 167,70 de assistência à saúde. A jornada de trabalho é de 40 horas por semana.

Serão aplicadas provas objetiva, discursiva e prática, na mesma data de aplicação ao cargo de técnico. A avaliação objetiva exigirá conhecimento em línguas portuguesa e inglesa, raciocínio lógico quantitativo e conhecimento específico.

Interessados em uma das duas seleções podem se inscrever até 24 de outubro, pelo site www.cesgranrio.org.br. A taxa custa R$ 50 para técnico e R$ 110 para analista e tecnologista.

Fonte: Do CorreioWeb

A Eclipse Solar de 1940


Idosos vivem melhor dez anos depois de promulgação de estatuto


Brasília - A aposentada goiana Ilda Maria do Carmo é daquelas que acreditam que o avanço da idade não está necessariamente associado à diminuição da disposição, por exemplo, para atividades físicas e culturais. Aos 68 anos, ela aproveita o tempo livre para ir à academia, onde, três vezes por semana, caminha na esteira e faz musculação.

Para manter o cérebro ativo, Ilda lê revistas semanais, livros de temas variados e costuma ir a feiras de artesanato, cinemas e espetáculos musicais. Para fazer todos esses gastos caberem no orçamento doméstico, ela usa alguns dos benefícios previstos no Estatuto do Idoso, que completa dez anos hoje (1º), como a meia-entrada em teatros, cinemas e eventos culturais. Para Ilda, a facilidade estimula essa parcela da população a ter uma vida mais prazerosa.

"É bom porque a gente já tem que gastar tanto com remédios, que facilita um pouco para ter uma vida mais movimentada e até agradável. Em geral, eu fico sozinha em casa, porque minha filha sai para trabalhar, então tenho que encontrar atividades para ocupar o corpo e a mente", contou. "Muita gente fica admirada, mas eu digo que é importante. Enquanto eu puder, vou me movimentar bastante", acrescentou.

Esse tipo de benefício previsto no Estatuto do Idoso, válido para pessoas com 60 anos ou mais, é um dos principais avanços da lei na avaliação da demógrafa Ana Amélia Camarano, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ela cita ainda a criminalização da violência contra brasileiros nessa idade e a definição de sanções administrativas para o não cumprimento dos dispositivos legais, atribuindo ao Ministério Público a responsabilidade de agir para garanti-los.

Por outro lado, a demógrafa critica o fato de o estatuto não ter estabelecido prioridades para a implementação nem fontes para o seu financiamento, como no caso da meia-entrada. Em sua avaliação, essa lacuna causa uma divisão mal planejada dos custos entre a sociedade.

“Esses dispositivos são importantes para promover a integração e a participação social da população idosa, mas com os avanços na cobertura dos benefícios da seguridade social, desde a Constituição Federal de 1988, houve uma dissociação entre envelhecimento e pobreza. Não se pode mais dizer que a população idosa é mais pobre do que a dos demais grupos etários”, disse. A pesquisadora sugere que os benefícios sejam concedidos por necessidade e não apenas em razão da idade.

Em 1994, a esperança de vida da população brasileira era estimada em 68 anos. Em 2011, ela passou para 74 anos. A pesquisadora destacou que isso tem sido acompanhado por uma melhoria das condições de saúde física, cognitiva e mental dos idosos, bem como maior participação social.

O aposentado pernambucano Eliseu Pereira, de 84 anos, também acredita que 60 anos é "cedo" para uma pessoa ser considerada idosa. Em sua opinião, graças às melhores condições gerais de vida, o evelhecimento nos dias atuais pode ser adiado, embora ressalte que esse processo ocorre em ritmo diferente para cada pessoa.

"É verdade que hoje em dia é possível demorar mais para envelhecer. Temos acesso a muitos serviços que os velhinhos de antigamente não tinham. Meu pai, por exemplo, mal sabia o que era uma academia. Já eu frequento regularmente a minha, faço pilates e sou um velho muito mais enxuto", brincou.

"Mas o envelhecimento não ocorre da mesma forma para todo mundo. Aos 79 anos, fiz uma viagem para Israel e muitos jovens que faziam parte do meu grupo não tinham a mesma disposição que eu. Deixei para trás boa parte deles que, por exemplo, não conseguiram subir o Monte Sinai", acrescentou Eliseu. Apesar disso, ele considera injusto elevar a idade mínima para que pessoas "que já contribuíram por tanto tempo para o desenvolvimento da sociedade" tenham acesso aos benefícios previstos no Estatuto do Idoso.


Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Palestra e orientações sobre direitos marcam o Dia do Idoso em PE

Procon-PE traz programação sobre consumo e orçamento da pessoa idosa. Eventos são gratuitos e ocorrem no Recife e em Palmares, Zona da Mata.

Uma atividade promovida pelo Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor de Perrnambuco (Procon-PE), nesta segunda-feira (30), marca o Dia do Idoso, comemorado na terça (1º). Ministrada pelo assessor jurídico da entidade, Cláudio Marinho, a palestra 'Consumo e Orçamento da Pessoa Idosa' aborda os direitos nas relações de consumo da terceira idade. A ação ocorre no Centro Esportivo Santos Dummont, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife.

A palestra também vai esclarecer as leis que garantem descontos nas atividades culturais, além do direito às vagas especiais, planos de saúde, empréstimos e financiamentos. O encontro busca também orientar o melhor meio de organizar as finanças.

Já na terça, o Procon-PE promove um balcão de orientações em Palmares, na Zona da Mata do estado. Interessados podem comparecer das 8h às 16h, na Praça Central, para tirar dúvidas sobre o direito do consumidor do idoso com técnicos da entidade. Ambos os eventos são gratuitos.

Fonte: G1 PE

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Galo da Madrugada fará homenagem a Ariano Suassuna no carnaval 2014


O Galo da Madrugada fará uma merecida homenagem a Ariano Suassuna no carnaval 2014. Com o tema No Auto do Reino, baseado em duas grandes obras do escritor, dramaturgo, romancista e poeta paraibano.








Foto: commons.wikimedia.org

Vagas temporárias para o fim de ano em Recife

O final do ano se aproxima e o comércio de Recife já espera aquecer as vendas com as datas do Dia da Criança no próximo mês. De acordo com a estimativa do CDL 20 mil vagas temporárias em diversos setores estão disponíveis. Os interessados deverão ter mais de 18 anos com segundo grau completo, ter ou não experiência em comércio.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Senado aprova projeto de lei que regulamenta profissão de vaqueiro

É a regulamentação de uma das atividades profissionais mais antigas do Brasil. O primeiro registro oficial de pagamento pela lida com animais do campo foi em 1549, portanto ha 464 anos.


O Senado aprovou, nesta terça-feira (24), um projeto de lei que reconhece e regulamenta como profissão uma das atividades mais tradicionais do Brasil. É o som do Sertão que acaba de ser ouvido no Congresso Nacional.

O projeto de lei aprovado no Senado regulamenta a profissão de vaqueiro - como é chamado na Caatinga Nordestina. Também conhecido como tropeiro no Sul ou peão de boiadeiro no Sudeste e no Centro-Oeste.

Todos representados nesta terça por um grupo de Pernambuco, de Alagoas e da Bahia e invadiu o prédio dos ternos e das gravatas com suas armaduras de couro curtido.

Até agora, essa roupa típica era a única proteção que eles tinham contra acidentes de trabalho. A nova lei muda o status de quem lida com bois, búfalos, cavalos, mulas, cabras e ovelhas. Eles passam a ter direito a carteira de trabalho assinada, seguro de vida. Direitos que antes nem imaginavam.

“O vaqueiro vai ter direito ao seu décimo terceiro, a um salário digno, é salário família, é férias”, disse Áureo Oliveira Carneiro, vaqueiro.

Na tribuna do Senado, eles celebraram a inserção dessa profissão no universo da cidadania.

É a regulamentação de uma das atividades profissionais mais antigas do Brasil. O primeiro registro oficial de pagamento pela lida com animais do campo foi em 1549, portanto ha 464 anos. Nesses quase cinco séculos, a função era tratada como um bico. Agora, isso é coisa do passado.

“Fazendo um reparo de cunho social, histórico, econômico e sobretudo cultural para um homem que deu tudo para este país e é como se ele não existisse”, ressaltou Washington Queiroz, antropólogo.

Conquista que ecoa no Sertão.

“Nós vamos ter mais confiança de vida e confiança para sobreviver e dá apoio a nossos filhos e toda a nossa família”, afirmou João Torres, vaqueiro.

A regulamentação da atividade de vaqueiro abre caminho para outro projeto, dessa vez, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Segundo as associações de vaqueiros do Brasil, que representam cerca de um milhão de profissionais, até o ano que vem, o Iphan deve reconhecer essa atividade como Patrimônio Cultural Brasileiro.

Agora o projeto só precisa ser sancionado pela presidente Dilma.

Fonte: Jornal Nacional